Nerd meninas namoro

Namoro Nerd é o 1º site de namoro online para pessoas Inteligentes. São eles Nerd, CDF, criticos sociais, intelectuais, filosofos. Pessoas que fazer a diferença no mundo. 13/dez/2017 - Explore a pasta 'Meninas nerd' de Gisellemeiga . Gmail. Com Roch no Pinterest. Veja mais ideias sobre Meninas nerd, Moda, Looks. Posts sobre namoro nerd escritos por vjohen. Saindo um pouco de assuntos de filmes mas não deixando o aspecto NERD de lado, achei interessante a ideia de falar sobre esse assunto (isso serve também para os caras que namoram meninas nerds ou caras não nerds que namoram caras nerd, ou garotas não nerds que… enfim, vocês entenderam hahaha). Olá meninas!! Hoje eu trouxe pra vocês uma ideia especial pra quem tem aquele namorado nerd, geek, que pira em jogos, histórias em quadrinho, etc. Essa caixinha eu fiz pro... Jogo de namoro e paquera! Em Amor Doce, conquiste os seus personagens favoritos e descubra um novo episódio regularmente. Torne-se a sedutora número 1! Um Nerd não é um cara que você vai ficar com promessas de sexo só para atiçar o desejo dele por você. É ou dá ou ano que vem ele tenta de novo (se tentar). E se não for dar logo, é melhor saber muito bem como não atiçar a fera para isso. É 8 ou 80. meninas nerds nunca, mas nunca, engravidam para segurar o namoro meninas nerds não ficam dando risadinhas e zoando se a amiga do grupo for abordada por alguém do sexo oposto meninas nerds não demoram no banheiro do shopping

Webnamoro que possivelmente poderia ter dado certo

2020.10.18 20:31 marvinpls Webnamoro que possivelmente poderia ter dado certo

Em 2012 conheci uma pessoa, darei o nome de A.
A. devia ter mais ou menos 17 ou 18 anos, e eu, um jovem gafanhoto de 15 ou coisa assim. Conheci a A. numa live de jogos, época que ainda existia a twitcam (quem lembra?), e o "streamer" (nem existia essa profissão na época) falou que tinha uma menina no chat solteira (de brincadeira). Obviamente dezenas de nerds colaram no perfil dela do twitter, e começaram a tentar flertar com ela.
E eu, um moleque nada original, também fui fazer o mesmo. Cara... (kkkkkkkkkk!!!!!!!!) como o tempo passa né? coisa estranha demais lembrar disso. Eu fiquei obcecado pela menina, sei lá. Eu via as paradas que ela postava e o jeito dela, e nunca havia encontrado ninguém assim (claro que não, afinal eu tinha 15 anos e só jogava na internet). Mas até hoje, acho o tipo dela muito diferente das demais (não do tipo "not like the other girls") mas um tipo de garota estranha que fala o mesmo nível de merda que eu naturalmente falo. Pra ser sincero, o meu tipo de garota é justamente alguém mais próximo dela, mas é realmente muito difícil encontrar alguém assim.
Como se não bastasse, a garota era linda demais. Digamos, uma das garotas mais bonitas que já vi (ainda acho isso nos meus atuais 22 anos), e ela morava em outro estado, do tipo muitos estados longes hehehe. Enfim... meu papo de merda deu certo, não lembro exatamente como começou nossa aproximação, mas lembro que eu era o cara que ela ia desabafar por conta de um namoro merda que ela andava tendo (com um tal de C.)
Esse C. era o cara mais chato que já vi na vida. Além de não parecer EM NADA com ela, ele era distante da garota, até onde lembro. Ele investia toda a grana do salário dele em som automotivo (sem meme), e cagava pro namoro.
Ela chorava bastante, e eu ficava horas e horas em chamada com ela por skype conversando sobre bobeiras em geral. O tempo passava, foram mais 2 anos acho nessa brincadeira, até que por um ciúmes bobo ela parou de falar comigo.
Nosso relacionamento era muito baseado no twitter, compartilhávamos e falávamos sobre mutia coisa em comum, e eu claramente estava perdidamente apaixonado pela garota. Numa época aí de fã clubes e não sei quê, algumas garotas de outros estados foram me seguindo também pra trocar ideias (sem maldade), e essas novas amigas fizeram com que a A. se afastasse de mim por achar que eu não quisesse mais ela. Não sei porque, vocês podem me perguntar, eu não fui atrás dela. Sei lá, parecia que eu estava confortável, e tinha achado uma bobeira tão grande dela se afastar, que não achava que fosse tão sério.
Semanas se passaram, e a A. nunca mais falou comigo direito. Tem muito mais coisa, mas realmente não lembro como essa amizade ou webnamoro foi se desfragmentando, pq pensávamos em viagem (com 16 ANOS!!!!! irreal demais, pqp) namorico, etc. Pelo menos eu acho que era, sei lá. Talvez houvesse a chance dela só me considerar um grande amigo, e eu estivesse enviesado como homem de achar que ela realmente era afim de mim. Não sei.
Agora vem a parte engraçada
Eu nunca esqueci seu nome. Meus amigos acabaram virando colegas dela também pq de alguma forma que não lembro, ela chegou a conhecer eles. Então eles acompanham ela nas redes sociais, mas eu não mais. Lembro que eu tinha me afastado a ponto de querer esquecer ela mesmo, e ela o mesmo de mim. Hoje com a cabeça mais madura, teria feito tudo diferente. mas ainda acho webnamoro algo irreal demais.
Basicamente ela está namorando um cara do RJ (já tem um tempão já). Estado na qual eu moro também. Quando descobri isso (por amigos) fiquei de cara. Não fiquei com ciúmes, triste, inveja, nem nada, mas tudo veio novamente na minha cabeça. Caralho, um cara do RJ? Sim, eu pensei no "e se fosse eu??????????".
Eu fiquei abismado por duas coisas: o quanto minha vida mudaria se eu tivesse namorando ela? e se desse tão certo a ponto de eu morar fora? eu ainda falaria com os meus amigos atuais? (que são meus melhores amigos), eu estaria em outra profissão?
Viajei, viajei demais. E o que me faz viajar tanto nessas questões é que não era uma parada extremamente difícil de acontecer. Claramente eram adolescentes decidindo coisas muito importantes e custosas, e que nossas perspectivas de vida iam mudar drasticamente ao chegar nos 20 e poucos anos. Mas digamos que éramos compatíveis em literalmente tudo, sabe? Enfim...
Não sou apaixonado pela garota nem nada, mas é uma história curiosa que penso vez ou outra. As vezes sonho com ela, e eu não sou nada esotérico ou coisa assim, então vocês podem dar as suas explicações mirabolantes que for pra esse tipo de coisa, alma gêmea, coisa assim.
Funfact: uma das paradas mais interessantes nesse rebuliço todo é que ela havia me apresentado uma música que eu não gostava a princípio, mas depois de alguns meses mudou totalmente a forma como me vejo e escutava música. Hoje em dia posso dizer que se ela não tivesse me recomendado aquela banda em 2012, eu estaria escutando mpb ou algo do tipo. Há 8 anos escuto o mesmo "gênero" (mais ou menos na verdade), e fico muito feliz com isso.
E vocês? tem histórias com webnamoro?
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2019.06.11 06:20 McpZ Minha relação com Asperger

Primeiro desabafo
Nasci no norte do Brasil, aqui o melhor médico é o avião, o segundo melhor é o barco. Não é que os médicos aqui sejam ruins, mas imagine você estudar para doenças comuns no sul e centro-oeste e estar numa região de doenças tropicais. A educação também não é a melhor, mas eu já era diferente de início e não sabia. Era muito calado, não socializava, e quando chegou na época da alfabetização estava claro que tinha algo estranho e meus pais me levaram num pediatra. Diagnóstico: déficit de aprendizagem. Comecei a ter aulas de reforço. Aos 7 anos eu já trabalhava e estudava, para mim isso era normal, meus pais tinham sido criados assim e assim também era na casa dos meus primos. Porém eu tinha que me esforçar mais, não podia ficar para trás nos estudos. A cobrança era grande. As vezes eu fugia na hora do descanso do trabalho para ler algo na biblioteca pública, assim com o passar dos anos meus primeiros livros foram toda a obra de Monteiro Lobato, pequeno príncipe, Mafalda, literaturas obrigatórias da escola. Admito que demorei para acompanhar a turma. Para alguns eu era um nerd, para muitos eu era um leso. Preferi ficar com os nerds, eles me ajudaram a estudar mais, mesmo quando eu cheguei a reprovar em história e matemática, estar junto com eles me dava foco. Um deles me ensinou a gostar de ler livros muito grande, como senhor dos anéis, o que futuramente me ajudaria nos estudos. O segundo me ajudou, com uma rivalidade saudável, a ter uma mente analítica, e graças a ele eu peguei o gosto por exatas, o último gostava de RPG, e viajava na maionese, eu gostava dos mundos que ele criava, e aprendi muito nas sessões de RPG sobre o poder da imaginação. Por fim chegou a puberdade e eu estava só outra vez, mas não que eu tivesse me tocado disso, me avisaram, eu só era eu mesmo. Enfim chegou o vestibular e eu tive a oportunidade de ir estudar em outro estado, se passasse, ficaria estudando mais 5 anos. Sinceramente na época eu nem sabia o que era vestibular, mas eu tinha pego o gosto pelo estudo, então eu fui. E foi o melhor ano da minha vida. Depois de ter passado em todos os vestibulares, e finalmente no que eu queria, pedi em namoro uma menina com quem me aproximei o ano inteiro, como falei no primeiro desabafo. Bom não deu muito certo essa parte. Faculdade, trabalho, algo começava a se manifestar estranho, tinha feito ótimos amigos em Belém, porém era como eu não conseguisse me comunicar direito com eles, que isso fosse normal com estranhos, mas com pessoas próximas era frustante. Eu ficava depremido, eles me ajudavam, faziam de tudo pra me deixar melhor. Até que um dia quebrei o pé de manhã, a menina que eu ainda gosto ligou de noite me cobrando ... E eu caguei. Não sei porque fiz, mas quando ela desligou eu sabia que não era eu. Eu fiquei envergonhado de mim, eu não me entendi. Foi foda. A partir daquele dia eu prestei mais atenção em mim. Eu achava que tinha claustrofobia... mas algo estava errado, déficit de aprendizagem, eu já apreendia mais rápido que os outros, mas eu ...era estranho. Muito bonzinho, odeio porque odeio, amo porque amo, amoral, já entreguei flores a pessoas depremidas, levo comida para outros no trabalho, estudo todo dia( tornei um hábito), não julgo pessoas ( mas a ela deve caber a consequência de seus atos), penso que todos somos humanos e podemos fazer coisas boas e ruins. No ano de 2009 meu pai teve um ataque cardíaco, e eu, que tinha acabado de terminar a faculdade fui ajudar a família. Esse ano foi horrível, quando meu pai estava se recuperando, algo acontece comigo: ataque de pânico. Inicialmente vários ataques de pânico ao dia ao ponto que eu não saía de casa, os ataques eram causados por ansiedade, e eu já tinha um quadro depressivo que não tinha sido diagnosticado antes. Mesmo na época em que eu estava quase sedado, a ansiedade era tanta, que consegui um ótimo emprego, que permitiu eu me cuidar. Com o ótimo emprego pude pagar o melhor tratamento possível e foi quando descobri que tinha Asperger, e que minha crise de ansiedade, pânico, depressão, foi causado eu ter estourado meus limites emocionais e suportado demais. Hoje eu me entendo plenamente, só tomo o remédio básico pois uma vez que você ultrapassa seu limite, você tem que reaprender a se respeitar, e descobrir quando deve se permitir. É um professor, que de modo cruel, só quer sua felicidade.
TL;DR: não ter diagnóstico cedo de autismo pode causar sérios problemas de saúde mental e social
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2019.06.09 04:48 MattBrasil É humilhante ter que mendigar companhia. É doloroso não ser lembrado.

Antes de começar duas notas:
  1. Eu sei que isso talvez coubesse mais ao desabafos, mas decidi postar aqui porque acho que chega a mais pessoas, e talvez faça sentido pra mais gente.
  2. Também sei que existem pessoas com problemas “de verdade”, coisas muito mais sérias, enfrentando barras muito piores. Mas é como li esses dias aqui no reddit ( LifeProTips eu acho?) : “A dor do outro não diminui seu sofrimento”.
TL;DR no final.
Boa noite amigos. Hoje decidi postar isso aqui pra ajudar a tirar um pouco do peso que tô sentindo hoje.
Um pouco de contexto. Não quero tomar muito tempo, nem fazer um mega textão, então vou tentar ser breve e omitir a maior parte das coisas, focando no principal.
Após 5 anos de casado, estou enfrentando divórcio. Não é o divórcio mais absurdo do mundo, mas tem meu filho especial envolvido, e meus pais conservadores também. Isso tem sido pesado. Já estou separado há mais ou menos um ano, só esperando o advogado desenrolar os papéis. Isso já me causa ansiedade. São 5 anos vivendo a vida de casado, com companhia todos os dias. 6 se contar o namoro, 9 se contar o namoro anterior. Há muito tempo eu não ficava solteiro. E a frase “solteiro sim, sozinho nunca” não poderia estar mais longe da minha realidade. Eu estou, de fato, muito solitário. E deprimido. E ansioso.
Meus pais se mudaram da cidade em dezembro passado. Em 31 anos de vida, é a primeira vez que moramos longe. Meus amigos são todos introvertidos, nerds. Todos gostam de ficar em suas próprias casas, jogando, vendo filmes, séries, etc. Eu também gostava, mas isso não tem sido suficiente pra me ajudar a combater minha solidão / depressão / ansiedade. Há algum tempo, eu decidi que precisava sair mais, ver gente, conversar, interagir.
Tentei sair sozinho algumas vezes, mais isso é mais deprê que tudo. Não encontro ninguém que conheço, e nem tenho jeito pra interagir com quem não conheço. Acaba piorando tudo: saio para ver casais, turmas de amigos, pessoas socializando enquanto eu fico sozinho numa mesa ou num canto, “curtindo” minha solidão. Mudei de estratégia.
Resolvi enturmar mais com as colegas de trabalho (os colgas, no masculino, são pessoas mais caseiras, ou são casados que se recusam a sair). Via sempre nas redes sociais como elas estão sempre saindo e se divertindo, e resolvi enturmar. Como já conhecia e já conversava com elas (Vamos chamá-las de W. e J.), e elas já sabiam da minha situação, que descrevi acima, foi menos doloroso fazer a primeira “mendicância” de companhia. Falei na cara dura mesmo, “se forem sair, se for rolar alguma coisa me chamem, tô precisando sair, ver gente.”
Elas adoraram a ideia. Logo conheci o marido de cada uma (ambos gostaram de mim, inclusive a J. falou que o marido veio comentar que me achou um cara muito legal), a filha da J. e saímos umas duas ou três vezes. Eu me considerava parte da turma até. Tava me fazendo bem. Brinquei com o fato de que eu era o único sem par, e as colegas incentivaram “Opa, vamos mudar isso, você vai conhecer umas amigas nossas” e etc.
Mas há três semanas já que não sou convidado pra nada. É sempre o mesmo papo “Ahh hoje não sei se vai rolar alguma coisa, se for a gente te fala.”. Sempre tem alguma coisa. Nunca sou chamado. Depois só vejo as fotos em redes sociais.
Ainda essa semana a J. disse “Nossa, você tá sumindo.” Eu respondi: “É, eu tenho quase certeza que estou desaparecendo aos poucos, ficando invisível.”
Mas esse fim de semana acho que meu nível de trouxa atingiu níveis épicos.
Mesmo não gostando de ter que mendigar companhia, sexta-feira eu engoli meu orgulho e fui pedir. “Então, hoje é dia. Vai ter um happy mais tarde? Se forem fazer algo, me chamem.”. A J. disse que não ia rolar nada, que estava frio e ela tava desanimada. A W. disse “Hoje não, mas no fim de semana aí deve rolar, aí eu te ligo eu mando mensagem, certeza.”. Saíram Sexta. Saíram Hoje. Eu fui lembrado? Não. Eu acho humilhante ter que ficar pedindo pra ser chamado pra sair, mais é doloroso ver que nem pedindo eu sou lembrado.
Pra colocar a cereja no topo do meu bolo, hoje à tarde fui no shopping aqui da minha cidade, e vi a menina em quem eu sou perdidamente apaixonado (não correspondido, como já devem imaginar). Ela me viu, depois baixou a cabeça pro celular, e me ignorou por completo. Mas essa já é outra história.
O texto ficou gigante mesmo eu tentando resumir. Se você leu tudo, obrigado, de verdade. Me sinto melhor só de compartilhar. Se não leu, segue o TL;DR.
TL;DR: Vivo pedindo aos colegas de trabalho pra me chamarem quando forem sair. Nem assim lembram de mim, e não sou mais convidado pra nada.
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2019.02.27 15:29 CuteCockroach Me apaixonei por uma pessoa que eu saí só uma vez

Olá, obrigado por se interessar em minha história! É um pouco longa, então deixarei um resumo no final para aqueles que não queiram ler tudo.

Vamos lá!

Eu nunca fui uma pessoa que tinha facilidade para conhecer gente. Como um nerd de 5ª categoria, eu sempre fui bastante tímido e nunca escondi isso, até porque é difícil esconder timidez: você tenta parecer autoconfiante mas acaba extrapolando e passando a imagem de uma pessoa que você não é e chega a assustar a pessoa com quem está conversando.
Há alguns anos, com a chegada de aplicativos de "paquera", eu consegui conhecer algumas meninas. Mas nunca deu em nada. Tive alguns projetos de namoro mas que eventualmente se desfizeram, por N motivos.
A vasta maioria das meninas que conheço nesses aplicativos são pessoas que parecem que "demandam" a responsabilidade diretamente minha de ser o agente "puxador de assunto". Ficam quietas e respondem objetivamente, sem perguntar o mesmo para mim (por exemplo "qual filme você mais gosta?", e essas perguntas bem clichês no começo de um papo; e/ou então não dão espaço para surgir um assunto em cima do que eu falei. E a conversa fica rasa, chata e não vai pra frente. Até que semana passada eu acabei conhecendo uma menina que foi diferente de todas: ela puxava assunto, perguntava como foi meu dia (isso conta muito para mim), perguntava sobre mim e demonstrava interesse no que eu dizia. Como disse Jim Carrey no filme Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças: "Por que eu me apaixono por toda mulher que eu vejo que me dá o mínimo de atenção?". Seu nome irei omitir, mas chamaremos ela de Fulana.
E assim fui conversando algumas noites com Fulana. Conversamos por cerca de 3 a 4 dias, até chegar na sexta-feira e ela me lançar o desafio de assistir três episódios de uma série no Netflix que, caso eu não gostasse, ela me pagaria um cinema para devolver as horas que eu perdi assistindo os primeiros episódios da série. Se eu gostasse, eu pagaria. Bom, eu assisti, e eu gostei. Não muito, mas eu gostei. E para faze-la feliz, eu disse que achei bem legal e que ela ganhou a aposta/desafio. Num papo descontraído umas horas antes, ela perguntou o que eu procurava no app e eu disse que procurava algo sério, uma parceira e etc., e ela disse que não estava a procura disso: que ela havia terminado um namoro havia pouco tempo e que queria apenas conhecer gente. Se rolasse algo, rolou. Não era do controle dela.
Pois bem. Marcamos o cinema para o sábado passado e, na minha cabeça (e pelo que ela deixou entendido) seria apenas um cinema e depois tchau e bença, cada um para seu canto.
Fomos para o shopping e quando a vi, a primeira impressão foi muito boa: ela era muito mais bonita do que nas fotos, e o sorriso dela era maravilhoso. Nos cumprimentamos e fomos em direção ao cinema. Conversamos um pouco e eu brinquei bastante com ela (porque, como eu disse, ela é o tipo de pessoa que dá espaço para que eu seja mais solto), até entrarmos na sessão. Durante o filme, algumas brincadeiras e risadas antes do filme começar e, quando começou, eu fiquei sério, pois eu gosto de prestar atenção ao filme. Ela, por sua vez, não estava muito entretida com o filme, era nítido (ela chegou até a falar quase no meio do filme: "agora sim esse filme começou a ficar legal"). E, chegou uma hora que ela deitou em meu ombro. Alguns minutos depois, ela segurou minha mão... Ela estava sendo a ativa. Eu arrisquei e a beijei: ela correspondeu. Dali para frente o filme foi praticamente esquecido.
Quando o filme acabou, já era 23h. Perguntei a ela: "Quer fazer mais alguma coisa, ir a algum outro lugar?", e ofereci ir a um Rock Bar que estaria com o cover da minha banda favorita tocando. Ela, para a minha surpresa, aceitou sem pestanejar. Entramos no carro dela e fomos até o bar. Chegando lá, ficamos conversando bastante, além de curtir a música e trocar vários beijos. Em uma de nossas conversas, ela falou bastante de como foi o seu relacionamento passado... Que namorou por quatro anos e foi o primeiro homem com quem ela teve qualquer coisa. Ele foi a primeira experiência dela com tudo. Ela não falou especificamente dele, mas sim do relacionamento. Eu não vi quaisquer problemas com isso, pois todos tivemos experiências na vida e cabia a mim apenas respeitar o passado dela. Eu sabia que ela não queria nada sério, até porque também era a primeira vez que saíamos (e ficamos) e tinha bastante chão ainda.
Em determinado momento de nossa "pegação" durante o show no bar, ela me disse que ainda bem que estávamos em local público, pois ela estava "muito excitada" e não iria se controlar.
Ao acabar o show, já era 5h da manhã, e fomos para o carro dela para irmos embora. Ela morava cerca de 1h30 de onde eu moro e, para não faze-la ter que me deixar em casa e depois andar de madrugada sozinha até em casa, sugeri que fossemos até a rodoviária da cidade dela de lá eu pegava o ônibus para a minha. Ela aceitou, e fomos. Porém, chegando lá na rodoviária, ao nos despedirmos, começamos a nos beijar novamente e as coisas esquentaram. Esquentaram bastante. Não acabamos transando, mas chegamos perto. Depois de finalmente o sol raiar, e ficar impossível de prosseguir com qualquer coisa no carro, eu sugiro a ela irmos a um Motel perto de minha cidade e que era meio caminho para a dela. Assim, a gente ficava mais um tempo juntos e não seria uma localização ruim para os dois.
Chegando no Motel, aconteceu o óbvio: transamos. Mas foi um sexo diferente de qualquer outro que eu já fiz na minha vida. Parecia que eu a conhecia há muito tempo, e tivemos uma conexão muito forte... Reflexo talvez de toda a noite agradável e descontraída que tivemos. Tive um desempenho como nunca antes tive: durando bastante e "pronto para a próxima" num tempo bem curto. Até que, em determinado momento enquanto descansávamos abraçados, ela soltou: "te amo". Eu, por dentro, queria dizer "eu também". Mas eu não sabia o que dizer e, para me certificar, eu perguntei: "sério?". Ela entrou em desespero e pediu mil desculpas. Falou que era porque estava "acostumada" a apenas transar com o seu ex e que falou sem pensar. Eu entendi e fingimos que nada aconteceu. Mas, o dano estava feito havia várias horas: eu estava apaixonado.
Dado o tempo do motel, fomos embora e ela me deixou na estação de trem para que eu fosse para minha casa e ela seguisse rumo à dela. Ela então me chamou no WhatsApp (porque antes só nos falávamos pelo app) e então ficamos mais próximos e conversando mais facilmente. Ela não poupou elogios a mim, disse que foi incrível e que não esperava que o encontro fosse tomar as proporções que tomou (nem eu esperava), que iria acabar no cinema. Eu fiquei muito feliz com ela, e procuro pensar que ela também estava muito feliz comigo. No mesmo dia, perguntou se tudo bem ela dizer que estava com saudades, e eu disse que sim, pois eu também estava. Ela se mostrou aliviada. O nosso desejo um com o outro era nítido: nós dois nos demos muito bem, e ela não poupava elogios a mim e ao quanto eu poderia ser uma pessoa melhor (pois ela notou que eu tinha problemas de baixa auto-estima e confiança). E, é claro, isso só corroborava com o fato de eu estar apaixonado por ela: uma pessoa que eu conheci haviam poucos dias, e saí apenas uma vez.
Eis que, ontem, terça-feira, ela ficou estranha de uma hora para a outra. Eu achava que era apenas o trabalho dela que estava pesado, e relevei (até porque eu não poderia cobrar atenção dela). Mas, ao chegar em casa, ela estava muito seca. Quando perguntei se ela estava melhor do mal estar que ela disse que estava sentindo no começo do dia, ela disse "mais ou menos, mas não se preocupe, não estou merecendo". Eu estranhei, e perguntei porquê. Ela disse que "não mereço porque você é legal, e eu não". Eu gelei na hora. Já ouvi essa frase uma vez e sabia o que seguia depois disso. Era quase certo que ela iria me dispensar... E eu acertei. Ela disse que o ex-namorado dela havia ligado para ela no serviço e eles discutiram bastante, ela chorou. E no final da conversa ela concordou com algumas coisas que ele disse.
Ela falou que mentiu quando disse que estava solteira tinham 3 meses: ela estava solteira haviam 9 dias. Que ela tentou por muito tempo levar o namoro adiante mas não funcionava... E ela disse o seguinte:
Depois disso a gente se viu de novo e eu falei que amava ele....ele disse que eu sou falsa de dizer isso e sair com outro 9 dias depois
Parece que ela acabou encontrando o ex namorado.
Resumindo... Ela me "dispensou". Eu tentei acalma-la tentando tirar todo o peso que ela tava colocando sobre si, falando que ela não prestava e que era uma vagabunda (palavras dela) e chorando horrores, mas a cada frase que eu mandava tentando faze-la se sentir melhor, parecia que ela me atacava. Então eu desejei a ela que encontrasse paz e fosse feliz, e que eu estaria ali para ela caso ela precisasse. E não nos falamos mais.
E é isso... Eu me apaixonei por uma pessoa que me deu o mínimo de atenção e me bajulou por alguns poucos dias. Mesmo eu sabendo que ela tinha saido há pouco tempo de um relacionamento, eu estava disposto a tentar. Só não sabia que era tão pouco tempo e que ela estava frágil. Agora estou de coração partido, sabendo que não encontrarei outra pessoa que se conecte comigo como foi com ela, e serão mais vários e longos meses até eu conhecer alguém que seja pelo menos 1/3 do que ela foi para mim.

TL;DR: OP é tímido e conheceu uma menina via app que o fez feliz por alguns dias. Ela logo dizia que estava para "o que vier" pois acabara de terminar um relacionamento de 4 anos havia poucos meses, e o OP queria algo sério, e foram se encontrar. No primeiro encontro, foram ao cinema, cover de sua banda favorita e acabaram o encontro no motel. A menina disse "eu te amo" durante o motel, mas foi "sem querer". O OP se apaixonou pela menina pois ela foi encantadora e uma ótima companhia, e as coisas pareciam caminhar mas dois dias depois o ex-namorado dela ligou para ela no trabalho e ela discutiu, aparentemente se encontrou com ele e disse a ele que ainda o amava (mas não sabia ao certo). A menina teve uma crise, falou que não quer isso para ela e nem pra mim, e "terminou" tudo. OP está devastado pois há muito tempo não conhecia uma menina que o fez bem assim e agora está bem triste.

Obrigado a todos por terem lido minha história!

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2017.12.15 15:42 jecagado [Leitura Obrigatória] Resolvi fazer um textão.

Hoje em dia me sinto incapaz.
Não é zoera nem nada do tipo, é que ... Eu lembro que aos meus 8/9 anos de idade, eu já sabia fazer muita coisa em que as pessoas diziam que eu não era capaz.
Jurista americano defende que o regime nazista impediu que os cidadãos se armassem, e que essa medida facilitou a perseguição aos judeus
E apoia sua posição em uma pesquisa que comprova: o governo alemão de Adolf Hitler temia ações populares e fez de tudo para desarmar potenciais adversários do regime, ou pessoas que o Terceiro Reich pretendia perseguir. Ele é um dos mais importantes defensores, nos Estados Unidos, da Associação Nacional de Rifles (NRA, na sigla em inglês), e já advogou, dentro do Congresso americano, a favor do argumento de que a posse de armas é um direito de todo cidadão – afirma isso com base na Segunda Emenda da Constituição do país, que diz: “Sendo necessária à segurança de um Estado livre a existência de uma milícia bem organizada, o direito do povo de possuir e usar armas não poderá ser infringido”.
Sempre tive um bom conhecimento em informática pra minha idade, aos 13 anos eu já conseguia fazer muita coisa com o PC, que muito marmanjo nem sonhava. Eu parecia aprender com muito mais facilidade na infância, hoje as coisas se tornaram um pouco mais difícil. Essa semana eu fui em uma convenção dessas 'nerds' que acontecem por ai, e vi muitas crianças agindo feito adultas. Vi alguns casais homo afetivos, onde a mulecada não aparentava ter mais do que 14 anos (absolutamente nada contra). O que eu quero dizer é que, a falta de contato com o mundo (isso na época onde eu vivi a minha infância/adolescência), me fez acreditar que eu era incapaz de fazer o que eu queria, mesmo eu sendo completamente capaz, entendem ? (e não eu não estou falando de dar o brioco UAHUAH) Lembro que queria fazer um curso de Técnico em informática aos 12/13 anos de idade, ouvi: "Não, você é muito novo pra essas coisas!" Aos 15 quis entrar pra uma academia; "Não seu corpo ainda não está formado ainda!" Aos 16 obtive meu emprego, fiquei MUITO FELIZ, 6 meses depois: "Não, você não precisa trabalhar agora, vai estudar!" (fui obrigado a largar o emprego por escolha dos meus pais) Hoje eu estava avulso no Youtube, e vi um video de uma garota "rebelde" por nome de Danielle Bregoli, conhecida como Bhad Bhabie, uma "trapper" americana de 14 anos, que viralizou ano passado no Youtube, chamando não só a platéia, como a mãe pra briga no meio de um palco de um programa televisivo (desses tipo a "Super Nanni") Após viralizar, ela ganhou muitos seguidores no Instagram, e aproveitando a "fama" repentina, ela resolveu lançar algumas musicas no youtube, e alguns de seus videos (desse ano) chegaram a marca de 52 milhões de vizualizações. Tudo isso com 14 anos de idade. Isso me fez pensar que, o contato com o mundo através da internet, faz a criança /adolescente crer que ele é mesmo capaz de fazer certas coisas as quais os adultos ao seu redor, estão a todo momento os limitando. Toda aquela proteção criada em torno das pessoas com seus respectivos filhos, são mesmo necessárias ? Por que não apresentar o mundo logo para as crianças, ao invés de criar toda uma blindagem a cerca da criança ? Digo ... Eu tenho 23 anos de idade, e eu juro pra vocês que eu estou tendo contato com as pessoas /mundo nessa época da minha vida, eu to começando a entender o que é a vida. As vezes eu me sinto como um adolescente de 15 anos idade de hoje em dia.
Mas a obra também descreve e analisa a legislação alemã, desde o fim da Primeira Guerra Mundial até o auge do Terceiro Reich, que aprovou uma lei de 1938 formalizando a caça a qualquer cidadão que ainda tivesse armas. Nos idos de dezembro de 1922, eu havia conseguido estocar, fora de Munique, quinze metralhadoras Maxim, mais de duzentas granadas de mão, 175 rifles em perfeito estado e milhares de cartuchos de munição”. “No entanto, quantas histórias individuais poderiam ter sido escritas de outro modo?” Afinal, ele afirma em eu livro, “os próprios nazistas viam os judeus armados como suficientemente perigosos para minar sua estratégia de desarmá-los.” Leia a entrevista com o jurista Stephen Halbrook É possível comparar a política de controle de armas do Terceiro Reich com as regras adotadas nos países democráticos do século 21? Manter registros é uma política similar à realizada na Alemanha nos anos 1920, e os nazistas se aproveitaram dessas listas em 1933, quando chegaram ao poder. Nos séculos 19 e 20, o país manteve uma milícia armada, e todos os seus membros – cidadãos civis livres – precisavam manter armas em casa e estar prontos para se mobilizar com agilidade.
Bom, tudo começou quando conheci uma menina no tinder e de imediato rolou uma reciprocidade no aplicativo. Resolvemos passar a conversa no wpp, se conhecer melhor e até marcar um encontro. Ficamos mais ou menos 1 mês conversando sem parar, até surgir o primeiro desintendimento e logo no dia que ela estava mais sensível. Pedi desculpas pelo que eu fiz, ela me perdoou e fomos voltando ao normal aos poucos, quando me dei conta aquela paixão de antes no tinder virou uma amizade. E ficamos assim mais ou menos uns 3 meses, saímos algumas vezes, mas era só uma amizade. O tempo foi passando e percebia que cada vez mais os nossos pensamentos e ideais se combinavam. Nisso comecei a sentir uma atração forte por ela e um desejo de ficar com ela, de ter ela na minha vida. Fui até ela eu disse o que queria, que queria um relacionamento serio com ela. Porém ela disse que era para a gente ir com calma, sem apressar as coisas e ver no que ia dar. Então eu aceitei a resposta dela e ficamos juntos como ficantes, não era apenas uma amizade, mas também não era um namoro, pois havia sentimentos profundos envolvidos. Depois disso passei a frequentar a casa dela, os pais dela mostravam que gostavam de mim e isso me deixava feliz. Estava tudo lindo e maravilhoso, até eu saber ontem que os pais dela falaram muito no ouvido dela, dizendo que a gente não assumia logo, que eu não queria nada com ela, que por eu não ter faculdade não quero nada com a vida. Logo que ela terminou de falar comigo sobre isso, fiquei chateado e puto ao mesmo tempo.
Se você é pai, cara, aproveita o potencial do teu filho. Para de tentar criar uma blindagem de mundo perfeito pro seu filho, porque o mundo não é perfeito. Essas crianças que apoiam o Bolsonaro por ai, não passam de um bando de frustrado ... É mais do que claro que essa molecada vive sob um estado de blindagem criado pelos próprios pais em seus condomínios fechados (eu tenho certeza disso). Ahh ... não sei nem mais o que escrever ... Perdão pelos erros 'hortográficos', to sem paciência até pra redigir um texto bem elaborado.
Então ela fala para mim que devido a isso ela quer dá um tempo, porque está cansada de ouvir os pais falando no ouvido dela. Eu entendi a situação dela, mas e a minha? Será que ninguém liga para os meus sentimentos? Eu sinceramente não sei o que fazer com essa situação toda. Eu quero ficar com ela, mas parece que está ficando complicado. Adoraria ouvir os seus conselhos em relação a este meu caso. Obrigado a todos que leram!
TL;DR : Eu sinto que as crianças são muito subestimadas, até mais do que deveriam, então resolvi fazer um textão.
*Edit: Ajeitei os parágrafos
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2017.09.25 21:45 botafora01 Sinto que a minha vida já está traçada

Desde já peço desculpas pela muralha e pelo throw away
OK, desde o Ensino Médio eu sofria com algo que eu imagino 90% do Reddit sofreu: não conseguia pegar sequer resfriado. Era extremamente zoado pela sala toda por isso (meus amigos até hoje dizem que eu sou o único da turma que nenhuma mulher chegou), cheguei até a apanhar por isso. Só fui perder meu BV no meu ano de calouro na faculdade e a minha virgindade quando fui num bordel. Eu ficava triste com isso, mas também estava esperançoso: afinal, era um adolescente, estava entrando na faculdade, e todos sempre me louvavam por, segundo eles, eu ser muito inteligente. A menina que eu gostava na época, e que até hoje é uma amiga (e que eu passei a maior vergonha da minha vida, ao me declarar pelo fucking MSN), vivia brincando dizendo "O nerd de hoje é o cara rico de amanhã". Boas memórias.
Chegou 2013, e eu entrei na faculdade. Não fui maravilhosamente bem no ENEM, mas consegui uma bolsa integral em Administração em uma bela universidade. Escolhi Adm por pensar que o mercado estava bom e por ser noturna, o que me permitiria trabalhar. Nesse período, perdi meu BV e fiquei com outra menina uma vez, num espaço de 9 meses. Pra mim, isso era o ápice, eu era o deus da conquista, mesmo que meus novos amigos me zoassem de "pega ninguém" do mesmo jeito. Nessa época, eu baixei o Tinder e conheci o meu primeiro namorico, vamos chamar de Ana. Ana morava a 3h30 de viagem, então era praticamente um namoro à distância. Ficamos algumas vezes, 3 meses depois começamos a namorar e, depois disso, ela passou o mês seguinte dando desculpas para eu não ir lá. Chegou fevereiro, veio o carnaval, e ela disse que estava passando mal. Foi para o hospital e detectaram leucemia. Óbvio que eu pirei, queria ir pro hospital dela de todo jeito, mas ela nunca deixava, dizia que os pais me viriam, iria arrumar encrenca, ela iria ver um momento que estivesse sozinha. Se passaram 5 meses nesse tormento, hora ela dizia que estava boa, hora dizia que estava mal, quimio e afins, até que meus amigos de sala fizeram uma intervenção comigo, mostrando que não havia nada em rede social nenhuma dela a respeito de câncer, mostrando que ela estava postando normalmente sobre coisas cotidianas e que era a maior retardadice do mundo eu não ter ido nenhuma vez ver ela. Eu fiquei meio balançado, até porque meus pais concordavam com este ponto de vista, mas fiquei meio irregular com ela. Pouco mais de um mês depois disso, ela disse que tinha tido alta, tinha encontrado um ex, tinha ficado com ele e queria terminar. Não lamentei muito, até porque isso ocorreu em um espaço de uma semana, no máximo. Terminei e, desde então, ouvi dela duas vezes na vida. Passou.
Vale mencionar que, nesse meio tempo, a minha vida em casa havia melhorado demais: durante meu período de Ensino Médio, minha adolescência se resumia a passar finais de semana com minha mãe em bares, vendo ela entrar quase em coma alcoolico com as amigas e outros finais de semana na casa do meu pai, vendo ele ficar bêbado e chorar no meu ombro sobre ele ser um fracassado que não conseguiu sequer manter um casamento. Quando eu terminei, minha mãe já estava mais centrada (como está agora), saindo ocasionalmente e socialmente, e meu pai parou de beber após enfartar e voltou a ser o cara extremamente trabalhador que eu sempre admirei. No fim do meu primeiro ano de faculdade, eu passei a estagiar em um instituto federal. Ao mesmo tempo do término que eu disse acima, eu fui chamado para um concurso temporário, em outro órgão público, bem mais perto de casa.
Poucos meses após eu terminar com a Ana, entrou em cena a pessoa que eu, de fato, considero como a única que eu namorei. Vamos chamar ela aqui de Beatriz. Beatriz me chamou no Facebook, para brincar sobre uma postagem que eu havia feito (já havíamos tido pequeno contato ainda no colégio), e daí começamos a conversar. Dois meses depois, ficamos e, 5 meses depois, começamos a namorar. Ela perdeu a virgindade comigo e, na prática, eu também perdi com ela (transei com prostitutas umas 4 vezes antes. Fiz exames, por precaução, e não deram nenhum reagente). Eu aprendi demais a me aceitar com ela, nós tínhamos a mesma personalidade, ela era a primeira pessoa que não só não me julgava por meus interesses, como me incentivava a seguir eles. Não me cobrava nada, eu não cobrava nada dela, mas conversávamos de forma quase ininterrupta das 7 até meia noite. Com ela, no entanto, eu descobri algo que já havia visto antes nos bordeis: não sei o que me causa, mas com certeza eu tenho ejaculação precoce. Fui em um urologista, que me disse que era algo psicológico, que eu só precisava "me desligar". Tentei os exercícios que o próprio Reddit indica, mas nunca funcionava. Usei camisinha anestésica 2 vezes: uma vez foi uma maravilha, na outra estourou e eu traumatizei. Sempre me sentia extremamente culpado e furioso comigo mesmo após cada fim de penetração, mas o que atenuava era a presença dela, que sempre me dizia que não ligava, que eu conseguia deixar ela no céu somente com as preliminares, que não ligaria de passar por isso por não sei quanto tempo. Tudo que eu me julgava errado, ela me mostrava que não ligava. Eu me sentia num porto seguro com ela, e isso me impulsionava na faculdade: eu imaginava que iria me formar em um emprego na iniciativa privada, sem "data de validade" como meu emprego temporário, e que, 1 ou 2 anos após isso, estaria casado com ela. O único motivo de discussão que tínhamos era que ela tinha total ojeriza de tornar público: não podia postar nada com ela no Facebook, não podia atualizar status de relacionamento, não podia ir conhecer os pais dela, que "iriam proibir completamente". Mesmo os amigos eu só vi 2 vezes (uma outra vez eu não pude ir por motivos profissionais). Eu sempre entendi que isso era um receio dela, então, mesmo um pouco frustrado, eu aceitava. No que eu terminei minha monografia, estava preocupado com a questão do mercado, mas nada demais. Até que veio o dezembro, 1 ano e 4 meses após começarmos a ficar.
Eu estava na faculdade, pegando os convites de formatura, quando ela mandou o tradicional "precisamos conversar". Resolvemos por texto mesmo: ela disse que gostava de outra pessoa, e que se sentia culpada namorando comigo com interesse em outro. Aceitei, triste, e demos um tempo. 2 dias depois, um amigo me manda uma foto no perfil de um rapaz, que era o mesmo que ela gostava: ambos deitados, ela de top e ele sem camisa, e uma descrição bem...insinuante. Óbvio que eu pirei, liguei para ela, tivemos uma baita discussão, mas, depois disso, esfriou. Acabamos nos vendo, e ficando de novo. Ela terminou com o rapaz, mas ainda jurava de pés juntos que aquela foto era uma coincidência, que ela não havia me traído, que jamais faria isso, que era íntegra. E ficamos uns bons 3 meses indo e voltando até que, em abril, ela me mandou um testamento contando tudo: numa segunda, ela estava na casa de uma amiga, com este rapaz e o cara que a amiga estava pegando. A amiga e o peguete dela começaram a dar uns amassos no local e, segundo ela, ela não conseguiu "resistir" e montou no cara. Uma traição espetacular, que até hoje eu uso como humor auto depreciativo. Fiquei em choque por um tempo, mas, contra os conselhos de todos, perdoei ela e voltamos a namorar. Mas não era a mesma coisa. Ainda era maravilhoso por um aspecto, mas, por outro, ela estava insegura com o relacionamento (dizia que se sentia culpada por ter "estragado tudo por um impulso") e eu estava inseguro com tudo, precisava de validação dela pra tudo, principalmente no que tangia sexo. Eu já era inseguro sexualmente antes, agora era 3x mais, então eu basicamente a induzi a me contar toda a experiência sexual dela com ele, até eu me sentir menos perdedor. No entanto, eu estava começando a me recuperar em junho, estava me reencontrando, entendendo que estava apertando ela desnecessariamente (uma amiga teve essa conversa esclarecedora comigo). Então, tanto como solidificação como um pedido de desculpas, eu planejei uma viagem para nós, no dia que ficamos pela primeira vez, que cairia num sábado. Disse para ela os planos, ela ficou elétrica, empolgada, começou a me mandar links do local, brincar com meus planejamentos e afins...e, na semana seguinte, pediu para terminar. Disse que nunca esteve certa sobre nós termos voltado, que ela ainda me amava, que ainda sentia tesão comigo, mas que não se sentia pronta para um relacionamento sério, e "não queria me magoar". Aceitei, até mantive o contato, pq, nesse meio tempo, ela virou a minha melhor amiga. Mas o mesmo amigo da vez anterior me mandou um print de uma conversa dela com a irmã dele, dizendo que tinha terminado por estar afim de outro cara, e eu reconheci o sujeito: era um cara que ela falava horrores bem dele, "ah, fulano fez isso, fulano fez aquilo, me ajudou com x, um cara foda, faz não sei o que". Não sei se ela me traiu, mas tal conversa era de 1 dia e meio após termos terminado, e ela já havia ficado com tal cara. Não sei se ela me traiu de novo, mas a confrontei (não falei do meu amigo, obviamente, disse que a vi na rua) e ela manteve que não me traiu, mas que, dessa vez, poderia ficar com quem quisesse pq "fez a coisa certa". Eu disse que não conseguiria conversar com ela enquanto ainda tivesse sentimentos, ela disse que entendia, mas que queria saber de mim, que eu ainda era "o melhor amigo" dela.
Isso faz um mês e meio. Eu não consigo deixar de me sentir mal. Eu podia ter feito tanta coisa melhor, mas não fiz. Ela me traiu, possivelmente duas vezes, e tudo que eu consigo fazer é me culpar. Eu só não a chamei ainda pq imagino ela ficando com esse cara, que é melhor que eu em tudo: mais bonito, com uma barba farta de lenhador, com uma carreira já estabelecida, carro na garagem, mora sozinho e afins. O que me leva ao lado profissional: a sala da faculdade se reuniu para um churrasco há 3 semanas, estávamos conversando sobre empregos e eu concluí algo: apesar de que eu (e eu sei quão arrogante isso soa) ter feito que metade da sala ganhasse um diploma, eu sou o único dali sem um emprego minimamente fixo e tenho um salário que é o menor de todos, com vantagem. Todos falam que eu vou ganhar 3k, 4k logo, mas eu já cansei de tomar portadas de empresas. Gasto com passagem, gastei com um terno novo, gravata, e tudo que eu consegui foram muito obrigados, mas uma parcela da minha sala que literalmente não consegue entender que 50% e 0,5 são a mesma coisa (eu tive que ensinar manualmente regra de 3 simples e cálculo com números decimais quando estudamos Matemática Financeira) estão em empregos bons na iniciativa privada, comprando casas e carros. E, de todos ali, só uma me arrumou entrevista na empresa dela (que eu não consegui, principalmente por dita empresa estar num processo de fusão). Quatro conversam ocasionalmente, e o resto só entra em contato pedindo para que eu faça para eles provas de inglês de processos seletivos ou provas da faculdade (para os que ainda não se formaram).
Eu estou fazendo Contabilidade agora, vendo se consigo recomeçar, mas estou extremamente desiludido. Não sei o meu problema, mas o que eu imaginava quando entrei na faculdade não aconteceu. Eu sou um total fracassado no mercado de trabalho, e dificilmente vou conquistar algo além de pular de trabalho em trabalho de escritório, para tirar 2 salários e soltar rojão de alegria por não estar desempregado. Na verdade, eu já imaginava algo nessa linha desde o último semestre, mas, além da esperança mínima, eu carregava que iria ter uma família. Alguém me aceitava, alguém me amava. Hoje, eu vejo que nem isso. Nesse mês e meio pós-término, eu percebi como meu stock está horrorosamente baixo. Ouvi diretamente de uma estranha (no Tinder, vale dizer) como eu sou "feio, com cabelo estranho e roupas deprimentes". A maior parte dos meus amigos disse que eu vou achar alguém, mas só uma amiga me apresentou para alguém (Spoiler: eu quis levar pra amizade pq esta pessoa demonstrou 0 interesse romântico em mim, mas temos muitas afinidades de gostos. Não quero que alguém legal se perca só por não querer abrir as pernas pra mim em qualquer futuro).
Então, qual a conclusão? Para relacionamentos, eu sou a tempestade perfeita: meus gostos não são nada pop, meu estilo de roupa desagrada geral, minha voz é deprimente, eu sou lerdo, distraído, amo entrar em rants gigantes quando me empolgo (vide este texto) e, mesmo que alguma garota um dia resolva passar por isso tudo, o prêmio dela será ter de viver com sexo oral recheado por 30s de penetração, num dia bom. Nenhuma mulher no mundo quer se relacionar com um homem que precise fazê-la ter um orgasmo com masturbação pq não aguenta chegar a 1min de penetração. Ou seja, eu até posso tropeçar em alguma peguete (sim, essa é a palavra, tropeçar. Um incidente do acaso, como foi com a minha ex), mas nenhuma jamais chegará a ser de longo prazo. Dificilmente eu terei uma família. E, sem uma família, não há nada para contrabalancear o fato de que eu sou um fiasco profissional. O "menino gênio" do colégio, o "cara que vai ganhar 7000 daqui 3 anos" da faculdade nada mais era que uma pessoa com um par de neurônios no meio de um grupo de pessoas com bases educacionais mais fracas que a minha e, principalmente, sem interesse algum em estudar. Numa sala focada, eu teria de me esforçar para estar no meio do pelotão. Eu sou mediano intelectualmente e, profissionalmente, sou um lixo que não conseguiu fazer networking na faculdade e, hoje, irá ter de viver de escritório em escritório, sem nenhum breakthrough.
Minha vida parece estar desenhada para ser a definição de um fiasco, de um total e completo desperdício de oxigênio. Mas eu tenho uma missão: cuidar dos meus pais. Ambos dependem demais de mim psicologicamente, ambos me amam mais do que qualquer outra coisa. Sem a minha presença aqui, a vida dos dois colapsaria. Sinto que eu só vim ao mundo para ser o pilar da vida de ambos. Então, eu tenho que ir empurrando a minha vida enquanto ambos estão vivos, tentando ao máximo não embaraçar eles mais. Decidi que vou viver a vida no limite nesse meio tempo: finalmente comecei a fazer academia (minha postura sempre foi torta e, nos últimos 2 meses, eu ganhei peso. Quero eliminar essa pança antes que ela vire um problema), fui ao Maracanã mês passado ver a ida da Copa do Brasil (sou de MG), devo receber uma indenização boa quando sair daqui e estou planejando um mês de curso de inglês na Europa (meu inglês é bom, mas não é perfeito e isso sempre me incomodou horrores, sem falar que conhecer a Europa é O sonho que eu tenho de vida). Será o meu maior highlight, e a única loucura que eu me permiti fazer. Quando voltar, vou fazer o que gosto e, mais importante, vou cuidar dos meus pais, de tudo que eles precisarem de mim.
Não sei o que o futuro reserva pra mim, mas, pensando com lógica, eu devo chegar nos meus 35/40 anos quando ambos meus pais falecerem. Quando isso acontecer, serei um solteiro entrando na meia idade, possivelmente com pouca experiência sexual que não envolva garotas de programa, num emprego pouco satisfatório e sem nenhum amor que tenha sido recíproco e que não acabe na mulher se cansando de um cara patético e percebendo que praticamente qualquer coisa é melhor que eu. Será covardia, alguns sentirão tristeza, mas será temporário, todos irão superar, e haverá um pouco mais de oxigênio no mundo.
A minha mente ainda tenta, em alguns momentos, achar alguns cenários de ilusão, de que algum milagre irá acontecer, mas não irá. Eu sei que não. Profissionalmente eu fracassei. Academicamente eu fracassei. E, amorosamente, eu também fracassei. Vi que não basta achar alguém que aguente a minha personalidade, ela não irá suportar alguém que trata preliminares como Evento Principal, e eu irei morrer com esta condição.
Por mais paradoxal que seja, pensando assim eu estou aprendendo a abraçar o que eu gosto. Eu gosto de ler. Eu gosto de sair para comer e voltar para casa. Eu gosto de esportes. Eu gosto de escrever. Eu gosto de viajar. Não vou mudar o que eu gosto pelos outros, até porque será inútil, resolver um sintoma não cura a doença, e não há remédios o bastante para curar todos os sintomas dessa doença chamada eu. Fico feliz pelos meus pais existirem, pq, se não fosse por eles, eu teria sido um fiasco absoluto em vida. Fico feliz pelo meu último namoro, pq eu nunca me senti mais feliz do que numa tarde de sábado, quando ela disse "te amo" pouco antes de cochilar no meu peito. Eu fui feliz com o amor, e, por causa dela, eu aprendi que todo relacionamento que eu entrar, obrigatoriamente, terá um fim unilateral. Eu vou ser feliz com meus outros desejos, concluir meus hobbies, fazer o que eu gosto, e cuidar de quem me ama incondicionalmente, até o fim deles. Dali, serei eu que terei meu livramento.
Eu precisava contar isso pra alguém, mas não quero que tratem isso como um pedido de ajuda, pq não é. Meu real objetivo de vida sempre foi ter uma família minha, ter um filho em uma casa estruturada e passar meu conhecimento adiante. Eu já sei que, por questões psicológicas e físicas, isso jamais acontecerá. Quando meus pais se forem, eu literalmente não terei mais o que fazer aqui e, se tudo der certo, eu terei realizado ao menos uma parcela boa dos meus outros sonhos. Eu estou tranquilo quanto a isso. Talvez ainda sinta, de novo, a dor de ver alguém me trocando por outra pessoa melhor, mas agora eu sei que isso acontecerá. Doerá menos, eu espero. E, se nem isso eu conseguir, bem...dois salários por mês dá para pagar por sexo.
De novo, desculpem pelo texto gigante.
tl;dr: Todos confiavam em mim, todos achavam que meu futuro seria brilhante. Meu futuro será medíocre, patético e, ao menos, tem uma data para acabar
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